Radicalismo, Equilíbrio, Vida e Evolução

radicalismo

Radicalismo x Equilíbrio

Há um tempo temos falado aqui no blog sobre uma alimentação que elimina os produtos industrializados, restringe os carboidratos a níveis seguro, consome moderadamente proteínas e uma quantidade ricas de boas gorduras e os benefícios relatados pelos que seguem e por médicos que acompanham seus pacientes nesses protocolos.

Nesse tempo, quase um ano depois, vejo que alguns mudaram seus hábitos e se sentem melhor, se curaram de muitos problemas e estão mais felizes. Outros seguem tentando mudar o que podem e alguns mais fechados têm suas dúvidas (bastante pertinentes) sobre os motivos de certas restrições e dos benefícios que essas mudanças trariam em suas vidas.

Tem sido uma grande experiência tentar trazer e transformar assuntos não tão acessíveis em algo que possa efetivamente servir de base para nos questionarmos quanto ao que fazemos com nossa saúde.

Fora do blog, muitas conversas giram em torno disso e muitos são os verdadeiramente interessados, mas muitos apenas querem questionar por questionar e com isso, quase sempre surge o argumento sobre equilíbrio x radicalismo. Afinal, uma dieta que restringe demais um macronutriente não deve ser algo muito balanceado, certo?

E como equilíbrio é o que todos buscamos, muitos pensam que a diminuição drástica de determinada substância seja algo não muito bom.  Afinal, uma dieta em que não se pode consumir açúcar e farinha, em uma cultura com o uso tão exagerado dessas substâncias é no mínimo radical e deve ser desacreditada por isso.

Bom, caso sigamos com essa forma de pensar, podemos pensar em outras substâncias como o xarope de glicose, os alimentos transgênicos, o aspartame, o glutamato monossódico ou mesmo o álcool, o tabaco e as drogas. Afinal, será que um pouquinho dessas substâncias por dia fará tão mal assim? Ou melhor, restringir totalmente essas substâncias seria uma atitude de radicalismo? Nesse raciocínio, poderíamos pensar que para uma pessoa que anda alguns poucos quilômetros por dia para ir ao trabalho, uma viagem do Brasil para Portugal seja algo bastante radical no que diz respeito a distância e talvez um ponto mais seguro e equilibrado fosse parar no meio do Oceano Atlântico.

Posto dessa maneira, o argumento equilíbrio x radicalismo nada mais é do que uma forma de distorcer os fatos e a realidade. Artifícios para convencer os que pouco querem pensar. A maioria das pessoas que argumenta dessa maneira nem sequer para sinceramente para pensar ou mesmo investigar o assunto. Normalmente são os que mais estão mergulhados nessa forma de viver.

É normal termos resistência a mudanças, pois sabemos que sempre requerem esforço e com isso as evitamos. Então, afogados e fechados numa única visão de mundo, vemos como impossível qualquer modificação drástica em nossas estruturas mesmo que seja para nosso próprio bem.

Mas precisamos muito buscar uma postura diferente perante a vida. Uma postura de estar aberto ao que nos é diferente, ao que é novo. Nesse caso, bem velho, na verdade. E quando digo aberto não quero dizer para aceitarmos, mas para pensarmos na possibilidade de ser verdade, para investigarmos, questionarmos com respeito, querendo entender, tentando nos aproximarmos sempre que possível da verdade. Mesmo que mais a frente não aceitemos determinada forma de pensar, teremos feito isso com mais embasamento e assertividade.

Quando ingerimos algo que sabidamente nos faz mal, arcamos com as consequências, independente de todos ao nosso redor fazerem o mesmo, de termos aprendido assim ou de nossa cultura sustentar esse ponto de vista. Se por exemplo, restringir a ingestão de refrigerantes, o uso de drogas alucinógenas, cigarros, açúcares a zero é algo radical por causa do esforço necessário para essa mudança de hábitos, ainda sim será algo positivo. Se isso é radicalismo, estaremos dessa maneira falando muito sobre mudanças radicais. E nesses casos radicalmente positivas para seu corpo e sua mente. Dizer que retirar esses excessos tóxicos e danosos da nossa alimentação é uma atitude radical, convence alguns e cria a possibilidade de se manter no erro.

E é esse o pensamento que rege nossa forma de viver. Acontece no desrespeito no trânsito, no se dar bem do dia-a-dia, no uso de substâncias ilícitas, e principalmente nas nossas escolhas na alimentação. São as exceções que abrimos diariamente para o que nos é conveniente. Compreensíveis do ponto de vista humano, mas ainda assim um indício do caminho que precisamos percorrer na busca da moral e do intelectual.

Hoje, praticamente tudo que consideramos normal e balanceado na nossa alimentação está errado. Seriam atitudes completamente radicais para uma pessoa que vivia sob uma alimentação mais natural e tradicional há séculos atrás. Seria um absurdo tão grande como quando propomos uma mudança nos hábitos atuais. E existem evidencias que não acabam mais sustentando cada um dos pontos que discutimos aqui no blog.

O impacto dos carboidratos refinados e industrializados na nossa saúde é gigantesco. Vivemos epidemias de diabéticos tipo 2, pré-diabetes (cuja diferença é questão tempo apenas), câncer, doenças cardiovasculares, infecções crônicas e varias  outras doenças degenerativas, mas achamos que fugir desses problemas com mudanças em nossos hábitos é algo radical. Muitos dizem ser difícil demais para valer a pena, mas dizem isso sem sequer tentar.

As vezes não percebermos que por mais que certas mudanças sejam bem complicadas e complexas, por mais que implique em mudar drasticamente nossa forma de pensar, algumas delas podem nos levar diretamente para o caminho da saúde e do bem estar que devíamos buscar ter desde que nascemos.

De que forma então, categorizar algo que por ser mais adaptado a nossa fisiologia nos leva ao equilíbrio e a saúde mas ao mesmo tempo é radicalmente diferente dos paradigmas atuais?

Mulher - Rótulo

Se quiser visualizar melhor o que estou falando, faça um teste!

 Vá agora até sua cozinha e pegue alguns produtos industrializados. Cheque os rótulos!

Tente achar na lista de ingredientes as substâncias que você conhece e que são boas. Pense que cada item que você nunca ouviu falar e com nome estranho são substâncias que normalmente nosso corpo não reconhece como nutrientes e a maioria é tratada como toxinas, sobrecarregando e sujando nosso sistema. Cada embalagem que consumimos todos os dias está repleta de substância péssimas. E no entanto estão radicalmente presentes em cada refeição do nosso dia-a-dia.

Pegue seu caldo de carne (os cubinhos que usa para temperar) e veja se não possui elementos que você desconhece, entre eles o glutamato monossódico, comprovadamente danoso ao nosso corpo e principalmente ao nosso cérebro.

Pegue o potinho de fermento e veja se não tem um triangulo amarelo com um “T” indicando que é proveniente de substância transgênica, assim como aquele biscoito mexicano com embalagem vermelha que todos adoram.

Pesquise e veja se praticamente todos os óleos de cozinha vegetais que utilizamos já não estão rançosos e oxidados.

Se primeiro ingrediente do achocolatado do seu filho não é açúcar o molho Shoyu que você usa não possui xarope de glicose, corantes e açúcar.

Se o primeiro ingrediente do seu chocolate não é também açúcar e contém lecitina de soja.

Se em muitos desses produtos você não vê farinha de trigo e se o primeiro ingrediente de seu biscoito ou “pão” integral não é apenas a farinha de trigo normal (enriquecida com ferro e acido fólico), se todos os salgadinhos de milho não tem o mesmo “t-zinho” do fermento no triângulo amarelo.

Se a quantidade de açúcar num copo de refrigerante não é quase de dez vezes o que circula normalmente na sua corrente sanguínea que seu corpo tanto tenta manter.

Se os produtos diets não são adoçados com aspartame e repletos de sódio.

Se a maioria das barrinhas de cereais não tem como primeiro (e por norma significa maior quantidade) de açúcar, ou xarope de glicose. E comemos isso todo dia achando que é super saudável.

Enfim, essas são algumas das milhares de substâncias escondidas em nossos alimentos que nos intoxicam e nos adoecem todos os dias, do café da manhã ao jantar. Mas não enxergamos o erro que cometemos ao consumir esses produtos. Ao invés disso pensamos que tirá-los da nossa dieta é que é radical. É um paradoxo tão grande que fica difícil não enxergar a urgente necessidade de mudanças.

Criança - Maçã

E com isso, POBRE

do nosso corpo, hoje viciado no que foi produzido para viciar.

dos obesos, intoxicados e desnutridos, com o caminho de volta tão árduo e cheio enganos.

dos mais magros que aparentam saúde mas normalmente tão intoxicados quanto os mais gordinhos.

dos mais jovens que trabalham demais e pouco tempo tem para cuidarem da sua saúde.

dos que vivem sozinhos e buscam praticidade consumindo principalmente produtos industrializados.

dos mais idosos, muitos já doentes e cansados, por causa de uma vida de excesso de toxinas e carência de nutrientes, e que agora também buscam praticidade e inocentemente se enchem ainda mais de porcarias.

dos mais pobres, onde a desinformação é maior e por questões econômicas e políticas as opções que restam são o mais acessível e de pior qualidade. O pior do pior.

dos mais ricos, que se iludem comprando as mais caras porcarias.

dos que ainda não nasceram mas que desde a gravidez já estão intoxicados.

das crianças, que nascem e desde cedo absorvendo maus hábitos desde pequenos totalmente sobre-excitado pelo excesso de sabor e produtos fantasiados por propaganda desleal.

das mães que infelizmente não conseguem dar o exemplo e sofrem ao ver seus filhos comendo tão mal.

das próximas gerações que nascerão numa era onde nunca se esteve tão cronicamente doente na história da humanidade e ao mesmo tempo nunca se acreditou se estar tão avançado no campo da saúde.

Com o padrão crônico de adoecimento humano hoje, achar que a medicina intervencionista, localista e desconectada dos conceitos de vida que temos hoje é a melhor medicina, é como achar maravilhoso ter a melhor cola para consertar o lindo vaso de vidro que inevitavelmente irá cair no chão. Maravilhoso mesmo seria pensar em como levar informação a todos para que o vaso não caia e assim poderíamos dispensar o remendo, ou melhor, usar para o que realmente é necessário.

Mas por outro lado, FELIZ 

daqueles que através da curiosidade, buscam honestamente entender o funcionamento da vida, do nosso organismo e das interações com outros seres e com o ambiente que nos cerca.

dos que têm vontade para mudar o que precisa ser mudado, para largar de lado a preguiça e seguir andando seguro sobre  base sólida de conhecimentos bem compreendidos.

dos que usam a inteligência para acompanhar a gigantesca evolução em cada área de conhecimento potencializada pela velocidade das comunicações e do acesso a informação.

daqueles que souberem humildemente seguir os preceitos da vida, saúde, evolução e equilíbrio que estão debaixo do nosso nariz, em cada parte da natureza, esperando serem revelados.

Espero que esse post  (sei que um pouco forte) sirva de motivação e alerta para todos nós e que nos permita de certa forma olhar para a realidade que nos cerca e para os pontos que realmente precisamos enxergar.

Um grande abraço a todos!

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18 Respostas para “Radicalismo, Equilíbrio, Vida e Evolução

  1. Rodrigo. Parabens pelo seu post, suficientemente forte. Sou médico, nutrólogo, 59 anos, fiquei “radical” há 13 anos. Nesse tempo deixei de ser hipertenso, obeso, pré infartante, portador de hérnia de hiato e esofagite e não adquiri novas moléstias! Você está corretíssimo! Tento também estimular as pessoas ao bom caminho.

    • Oi Nelson, tudo bem? Fico mesmo feliz que tenha gostado!!
      É muito bom saber sua experiência! Também tinha diversos problemas e vi os incríveis resultados de uma boa alimentação e alguns suplementos.
      Quanto a hérnia de hiato, conseguiu curar completamente? Também tinha hérnia de hiato e pelo visto desapareceu completamente. Apenas não fui fazer outro exame.
      Enfim, seja bem vindo ao blog e sinta-se a vontade!!
      Um grande abraço!

  2. Nossa, falou tudo! No meio de tantas besteiras espalhadas e ditas por ai me sinto muito sortuda em ter caido nesse site, li tudo e um novo mundo se abriu! Obrigado pela generosidade em disponibulzar material tão rico em informaçōes!
    Bj,

  3. Adorei o post! Sou nutricionista e “luto” todos os dias para os pacientes entenderem essa realidade. Muitos me intitulam como radical, mas os que conseguem aderir e vivenciam a melhora em sua qualidade de vida agradecem e é isso o que me motiva a continuar! Um abraço e parabéns!

    • Oi Juliana, tudo bem?
      Imagino que seja muito complicado passar isso aos seus pacientes, já que a mídia têm uma força incrível e uma grande habilidade em nos trazer informações rasas e muitas vezes erradas.
      Obrigado pelo seu comentário e seja bem-vinda ao blog? 🙂
      um abraço!

  4. Perfeito seu post! Até me arrepiei, pq mesmo sendo difícil pra mim (que conheço um pouco das verdades sobre alimentação), é muito difícil para os que desconhecem tudo sobre a saúde e bem estar! Mas com força a gente vai conseguindo inspirar mais e mais pessoas!

    • Oi Samya! Exatamente! Mesmo buscando conhecer um pouco mais sobre saúde, ainda é um campo tão vasto e complexo que é difícil termos uma conduta certinha no dia-a-dia. Isso somado a desinformação por parte de muitos profissionais e as mentiras propagadas pelas industrias alimentar e farmacêutica, fica muito difícil para a maioria das pessoas manterem a saúde.
      Mas acredito que a internet e a disseminação da informação mudará essa situação em breve. O processo é lento mas constante. Nós temos de contribuir! :]
      Obrigado pelo comentário.

      Abraços!

  5. Uma pena ser uma mudança que, pelo menos no Brasil, custa caro. Óleo de coco eu ainda nem passei a consumir, por conta do preço. E sendo praticante de atividade física intensa, estou perdida quanto às minhas fontes energéticas. Também tenho medo de sobrecarga na vesícula, por ter aumentado tanto a gordura. Mas estou tentando, e, a cada dia, penso que, se não tivesse mudado de vida, estaria mais intoxicada – e isso me ajuda a seguir. As dúvidas são infinitas, mas com o tempo espero eliminá-las. Parabéns pelo post. =D

    • Oi Mayra! Sim, é verdade que alguns produtos são bem caros. O óleo de coco é um exemplo mas nada que não lhe permita produzi-lo em casa e gastando muito pouco. Antigamente era um produto barato e utilizado por todos, principalmente os mais pobres. Hoje está tão caro pois a demanda diminuiu muito com o aumento do crescimento das porcarias dos outros óleos vegetais vendidos pra todo lado. Além disso, a ignorância do pensamento de que gordura saturada faz mal fez com que houvesse uma queda gigante do óleo de coco, que antigamente era usado até para fazer pipoca.

      Além disso a economia que fazemos as vezes com a alimentação vai embora mais na frente quando precisamos gastar com medicamentos, exames e médicos para ter de volta na saúde. Se não sai de um bolso, acaba saindo do outro mais pra frente. E o preço as vezes é bem mais caro.

      Acredito que para uma parte da população, os gastos com uma boa alimentação se transformam em economia a médio prazo. Eu fiz algumas contas e realmente acabo economizando na maior parte do tempo. Em geral cozinho praticamente tudo que consumo e nesse ponto a economia é gigantesca, mesmo consumindo produtos mais caros e orgânicos. Faça uma conta e veja quanto gasta para fazer um prato com o que quiser orgânico, natural, com carnes, ovos, óleo de coco etc. Agora compare com um prato de qualquer restaurante das grandes cidades brasileiras e verá que é ridiculamente mais barato, saudável e rico.

      Agora o tempo livre diminui um pouco pois dá trabalho. Por isso, na maioria das vezes é muito mais uma questão de escolha de querermos cuidar de nossa saúde.
      Quanto as suas fontes energéticas, consumindo adequadamente uma alimentação rica em boas gorduras você terá energia tranquilamente. Sem falar que batata baroa, inglesa, inhame, aipim têm bastante carboidratos o que te dará energia.

      A sobrecarga na vesícula, desde que você mantenha uma quantidade adequada e não exagerada de gorduras, não te dará problemas. Os problemas relacionados a vesícula hoje em dia têm muita relação com excesso de carboidratos e falta de gorduras e colesterol. Consumindo alimentos de verdade, carnes, ovos, peixes, vegetais, gorduras e de forma equilibrada, você estará favorecendo sua saúde e não o contrário.

      Acho que as dúvidas vão sanando conforme vamos entendendo que nos desvirtuamos de uma vida saudável quando começamos a consumir as porcarias industrializadas, viver em estresse, dormir pouco, usar drogas etc. Conforme equilibramos nossos pensamentos e conduta, entendendo o que é natural de verdade para nossa espécie, vamos vendo que viver bem e ter saúde é mais fácil e intuitivo do que imaginávamos.

      Então aos poucos começamos a viver bem conforme nossa natureza, e assim como os animais selvagens fazem, deixamos de nos preocupar com doenças, tabelas nutricionais, academias, obesidade, diabetes etc. Isso é coisa da industrialização, do modelo econômico onde acima de tudo está a lucratividade, das criminosas corporações. Não da natureza.
      Estou pra ver epidemias de câncer, diabetes, obesidade e todas outras doenças em animais selvagens. Acho que isso é coisa da nossa cabeça, nossa cabeça doente. :]
      Obrigado pelo comentário!
      abraços,

  6. Maravilhoso texto.
    Eliminei 57kg e faz alguns meses estou tentando ser “radical”. É difícil, mas é possível. Basta comer enxergando. Enxergando os benefícios que a alimentação saudável nos trará.

  7. Oi Rodrigo vc sumiu???
    Conheci seu blog hj… estou bem contente com este “encontro”… já conhecia um pouco sobre a questão das gorduras boas, e faço uso… sobre os industrializados já cortei há bastante tempo… e qto aos orgânicos (tanto carnes e ovos caipiras, como vegetais e frutas) estou caminhando…
    Sabe Rodrigo, talvez outras pessoas tenham a mesma questão que eu tenho… sou magra porém com aquela gordura visceral/abdominal que é mais do que o incômodo com estética, tenho dores… sinto que qdo consigo passo o dia sem carboidrato melhora… mas se fico muitos dias sem carbs emagreço muito num geral e fico me sentindo péssima… queria saber se existiria uma forma de combinar um exercício físico, com os benefícios da alimentação saudável equalizando essa situação… converso com algumas pessoas que tb tem esta questão…
    Muito Obrigada Rodrigo…
    Abraços,
    Andrea

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